Em a reunião mediúnica do Grupo Irmãos Fraternos, em 24 de abril de 2017, contou-nos o Irmão Tertuliano essa interessante história.
Iniciou ele nos fazendo viajar na mente e imaginarmos Jesus na Galileia, ladeado por diversos discípulos num belo entardecer, no qual leve brisa trazia um ambiente de paz fixado pelos montes verdes e com Sol iniciando seu ocaso, demonstrando a impressionante da grandeza da obra do
Criador. Após explanar a imensidão do Universo, do amor do Pai, disse o Nazareno:
- Todos possuem suas missões dentro da criação do Pai. A escada evolutiva possui uma extensão praticamente interminável.
O discípulo, diante de belas palavras e intrigado ao entender que com essa revelação, o Mestre se colocava como um ser sujeito ao caminho traçado na infinita criação do Pai, em sua sede de conhecer perguntou:
- Rabi, qual é a maior prova da perfeição de Deus?
O Mestre lançou-lhe um olhar carinhoso e respondeu com convicção:
- O amor! O amor é perfeito em sua essência. Ele possui a capacidade de se adequar e se mostrar presente em todos os locais e estágios da criação. O amor é o que nos move - seus filhos - pelas leis de sua criação. Sem o amor não haveria movimento e sem movimento, não haveria vida. O amor é a base de todos sentimentos. Sem ele, nenhuma civilização progrediria, nenhuma família, nenhuma religião, nenhuma necessidade de existir.
Sorriu amorosamente e prosseguiu:
- O amor é o que nos liga ao Criador. Não podemos tocá-lo ou alcançá-lo com a nossa inteligência, porém esse sentimento, independente do estágio evolutivo da criatura, o amor, nos faz sentir Deus, notar a sua presença e existência. Através desse Divino sentimento, transformamos o ser e o ser se torna capaz de mudar tudo, sempre para o melhor de todos.
Após ouvir com atenção as lições do Mestre, o discípulo sentiu-se estranhamente pequeno e infinito. Pois, apesar de saber que não compreende ou vê o criador, sente a perfeição e a presença de Deus em sí.
Com essa colocação, nós do grupo sentimo-nos parte do amor infinito do Pai. Encerrou-se a reunião e rumamos aos nossos lares dispostos ao trabalho na Seara do Mestre, enquanto nosso corpo físico repõe as energias pelo repouso e nosso Espírito, se emancipa na busca de tarefas sublimes.

Concordo. Como ja dizia alguem sobre o sucesso: " O segredo nao está na chegada do ojetivo, e sim no que foi feito (caminhada) ate la". Assim deve ser compreendido o amor, ou seja, o que fazemos para demonstrar e externalizar o amor. O amor é, portanto, a nossa caminhada e não um estado do final que alcançamos..
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