quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Quem somos. Parte final

Assim, com questionamentos diversos em sua mente, passou o Senhor Carlos a rogar esclarecimentos maiores junto à espiritualidade. Num de seus desdobramentos teve a oportunidade de ser orientado a dedicar-se mais à leitura edificante.
Ao adquirir o livro Aldeia da Escuridão pelo Espírito Vinícius e ler a introdução passou a refletir sobre as seguintes palavras:
-“Somente alcançaremos a consciência plena se exercitarmos o conhecimento de nós mesmos”.
Disso ele depreendeu que teria que enfrentar sua consciência e saber realmente quem é. E prosseguiu a leitura:
- “Se reflexionarmos sobre o assunto, também concluímos que os vícios materiais são apenas pálidos reflexos dos vícios morais, e que nossa transformação deverá se iniciar dentro de nós mesmos.”
- Mas como se dá esse processo? Por onde devo começar? Questionou de si para consigo, o amigo Carlos.
Então, parágrafos a frente percebeu:
-“ Nosso dever, como trabalhadores do Senhor, é auxiliar os mais necessitados, através da compreensão, da tolerância e da paciência, sempre acompanhados do esclarecimento evangélico que somente fortalece e redireciona mentes antes cristalizadas em atitudes viciosas.”
Obtemperou:
- Creio que somente vir à Casa Espírita e dialogar com irmãos encarnados e desencarnados sem realmente assumir o compromisso do amor para com eles e comigo mesmo, permite-me unicamente caminhar a passos curtos e ser enredado por aqueles a quem devo e que sempre estão a espreita conhecedores das minhas falhas e cobradores de vidas pregressas.
Finalizando a leitura contemplou:
-“Sejamos filhos inteligentes de um Pai Amoroso que apenas nos quer felizes! O caminho da perfeição moral é árduo e nos exige aplicação e amorosa atenção. O futuro nos mostrará a qualidade de nossas escolhas, pois como Espíritos em busca da felicidade, saberemos quando em evolução estivermos.”
Feliz por haver encontrado as palavras diretivas para se realinhar no caminho, Carlos percebendo que todos somos Yin e Yang, luz e escuridão, amor e ódio, paz e guerra e que devemos buscar o equilíbrio dessas forças e não embotarmos uma em desfavor de outra ou outras lembrou-se da orientação de Jesus e passou a vigiar-se e a orar.

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